domingo, 16 de novembro de 2014

Minas das Sombras

Partimos da Ermida da Virxem do Xurês, Vilameá, com cerca de 600 anos, e fomos em direcção às Minas das Sombras seguindo o rio Vilameá, atravessando a ponte de Porta Paredes, com muito caudal e cascatas belíssimas. O tempo era muito cinzento e frio, mas tinhamos esperanças de acordo com a metereologia, que a coisa melhorasse. Não melhorou e piorou com toda a força; nevoeiro cerrado, vento, chuva persistente até ao fim dos 14 km e frio, claro. Chegados às minas de volfrâmio, abandonadas nos anos 70, demorámo-nos apenas o tempo suficiente para tirar algumas fotos e comer algo rápido. Também os romanos andaram por aqui em busca de ouro. Hoje as minas das sombras, podiam chamar-se minas das brumas. O percurso de volta fizémo-lo pelo cimo do vale das Sombras a cerca de 1200m, onde apenas por breve instante o nevoeiro permitiu vislumbrar a aldeia de Torneiros e a barragem de Lindoso. Chuva fria batida a vento e nevoeiro fizeram da jornada, um exercício de perícia e companheirismo e o fortalecimento das técnicas de montanha. Andar na serra nestas condições, só mesmo para quem gosta e mesmo assim...


Um grande abraço de parabéns ao meu companheiro nesta jornada, Alberto Pereira, pela melhor notícia que se pode ouvir.

https://www.youtube.com/watch?v=fpmPbHal2eg&feature=youtu.be


















segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Serra da Cabreira



Belo dia na encantada "Serra da Cabreira", de chuva, algum frio, nevoeiro, e convívio excelente. Muitos contrastes a embelezar uma paisagem fantástica, de habitantes fantásticos. As fotos possíveis num dia de quase nenhum sol. 

Uma referência especial ao guia e anfitrião de serviço, o "andarilho" Rui França.























sábado, 1 de novembro de 2014

Leonte-Pé de Medela-Cantarelo-Prados Caveiros-Sabrosa

Jornada a roçar os últimos traços de calôr deste ano. Ventos muito fortes, e ameaça de chuva.

Subida aos Carris de Maceira e ali perto, subida ao Pé de Medela, um marco granítico sobranceiro a grandes declives, com vistas deslumbrantes para as Albas ali perto. Sem descer aos Prados da Messe, prosseguimos em direcção ao objectico maior, o Cantarelo. A ascensão foi demora por razão do mato crescido. Chegados ao Cabeço do Cantarelo, a vista para o Vale do Homem é magnífica e vertiginosa, no mínimo; subir ao cabeço é algo que permite vista completa para o vale abaixo, mas nada recomendável e até algo perigosa. Descida a seguir para os Prados Caveiros, para repasto merecido, e antes que o céu nos caia em cima, descer a Sabrosa, porque o trabalho aguardava nessa tarde ainda, pois era dia de semana. Sempre espectacular andar nesta serra. Total: 16km.