Subida aos Carris de Maceira e ali perto, subida ao Pé de Medela, um marco granítico sobranceiro a grandes declives, com vistas deslumbrantes para as Albas ali perto. Sem descer aos Prados da Messe, prosseguimos em direcção ao objectico maior, o Cantarelo. A ascensão foi demora por razão do mato crescido. Chegados ao Cabeço do Cantarelo, a vista para o Vale do Homem é magnífica e vertiginosa, no mínimo; subir ao cabeço é algo que permite vista completa para o vale abaixo, mas nada recomendável e até algo perigosa. Descida a seguir para os Prados Caveiros, para repasto merecido, e antes que o céu nos caia em cima, descer a Sabrosa, porque o trabalho aguardava nessa tarde ainda, pois era dia de semana. Sempre espectacular andar nesta serra. Total: 16km.
sábado, 1 de novembro de 2014
Leonte-Pé de Medela-Cantarelo-Prados Caveiros-Sabrosa
Jornada a roçar os últimos traços de calôr deste ano. Ventos muito fortes, e ameaça de chuva.
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Serra Amarela
Todas as forças conjugadas deste mundo
Não poderiam impedir o que sinto por ti
Nem almejar arrancar de ânsia o meu fundo
Onde mora resoluto, o tanto que hoje senti.
Percurso: Barragem de Vilarinho-Toutas-Ramisquedo-Louriça-Chã da Fonte-Chã do Muro-Peito de Gemessude
Distância: 20km
Não poderiam impedir o que sinto por ti
Nem almejar arrancar de ânsia o meu fundo
Onde mora resoluto, o tanto que hoje senti.
Percurso: Barragem de Vilarinho-Toutas-Ramisquedo-Louriça-Chã da Fonte-Chã do Muro-Peito de Gemessude
Distância: 20km
Um dia excelente para a práctica do montanhismo, após as intensas chuvas dos últimos dias, que carregaram de vida as tantas fontes e ribeiros da serra, e onde os contrastes das côres e cheiros se intensificaram para confundido colirio dos olhos e sentidos apaixonados.
A companhia perfeita de 3 almas radiantes, tornaram esta incursão à Serra Amarela, um dia inesquecível.
Ainda antes de começar a subida para a serra, perto da aldeia submersa de Vilarinho das Furnas, o nível da Barragem, completamente cheio, anunciava dificudades de progressão que na verdade, obrigaram a improvisar passagens frequentes por sítios difíçeis, até chegarmos ao último obstáculo a transpor: o ribeiro que ía muito cheio e obrigou a descalçar as botas e atravessar a vau. Após estes primeiros 3km, subimos para Toutas onde pudémos admirar a larga vista sobre o prado e os garranos que por lá havia.
De seguida para o Curral de Ramisquedo, onde almoçámos, com excelentes vistas, e com a sensação de estar em casa graças ao esforço pensado e carregado pela Susana, a quem devemos belos mimos gastronómicos. Seguiu-se a ascensão à Louriça, por parte do estradão onde do lado direito se pode apreciar a belíssima e vasta chã, digna de futura visita.
Depois de apreciar a vista da Louriça para o Vale do Alto Homem, e Serra do Gerês, prosseguimos a visitar a Chã da Fonte e a Chã do Muro, com os seus característicos abrigos, circulares, de tecto em terra e erva musgada. O abrigo de Ventuselo, ao longe, pedia também nova ascensão a esta bela região. A marcha seguiu pela crista por caminhos de vistas deslumbrantes para a albufeira, e a Corguinha Má , ali ao lado, fazendo jus ao seu nome; passando depois pelo Fojo do Lobo e o Peito de Gemessude, onde finalmente o sol poente nos brindou com o seu último presente do dia.
Magnífico percurso onde o Alberto Pereira foi o guia, acompanhado da Susana e do Zéca.
Quem quiser fazer o GR34, pense bem e prepare-se melhor, porque sinalização, esqueça, já para não falar da possibilidade de meter água, literalmente, mas isso até dou de barato porque a natureza manda.
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