Na épica viagem do ser humano, pelo mundo da constante mudança, o necessário sofrimento da evolução, é acalmado pelo paliativo, da rica e infinita variedade desta beleza, que nos entra e renova, no âmago do nosso verdadeiro cristal, limpando-o da pó da mundanidade, e irónicamente iluminando-o também, com o esplendor da beleza, deste mesmo mundo. Mundos que se cruzam e abraçam, mas no fim que não tem fim, haverá um mundo maior, que nos espera, do qual apenas podemos vislumbrar o quão glorioso será, pelos sinais que estes olhos sanguíneos podem agora perceber. Se estes são os sinais, quão belo será, esse Mundo da Alma...
Saudades





Para aqueles que gostam de usufruir do PNPG, esta carta aberta enviada pelo amigo Rui Barbosa, deve merecer a vossa atenção. Fala da condição lamentável da antiga Casa Abrigo do Académico, na Mata da Albergaria, esta, uma pérola deste 
