segunda-feira, 7 de junho de 2010

segunda-feira, 17 de maio de 2010

segunda-feira, 3 de maio de 2010

domingo, 18 de abril de 2010

terça-feira, 6 de abril de 2010

Uma noite de muitas estrelas e uma manhã de Primavera

O barquinho de casca de árvore e vela de folha...

Aldeias incrustadas como pérolas nas belas serranias.Meijoadela.
O nosso Portugal nunca pára de me deliciar.
A natureza sempre generosa
Os ciclos universais mesmo debaixo dos nossos pés

Uma noite de silêncio e ar puro a 1000m de altitude.

Moscoso.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Discurso do Eng. J. Lagrifa Mendes a quando da inauguração do Parque Nacional da Peneda-Gerês a 11 de Outubro de 1970, e que pode ser lido na íntegra no blog Carris do amigo Rui Barbosa.

"Dentro das realidades que hoje se nos patenteiam, encontramo-nos perante uma sociedade que, dominada pelo artificialismo da tecnologia e do consumo, procura que o homem se afaste definitivamente da paz serena e calma que a natureza proporciona."


http://carris-geres.blogspot.com/2010/04/discursos-i.html

domingo, 7 de março de 2010

Ervideiro com nevoeiro



Um belo dia para caminhar solitário, e meditar, no silêncio de penumbra vestido de cinza e castanhos, com traços de verde, num abraço reconfortante, ao ser ,que nele se aventura. Nem uma pinta de vento, nem uma sombra de tempo...tudo parado. Solitário não, que todos me acompanham, sempre, neste coração que bate mais forte, quando se recorda de todos os companheiros do Mundo da Alma. E quando retorno, venho diferente, mais livre e contente, e com apetite de uma sopa quente...quem não tem apetite de viver, está doente.





Venham caminhar um pouco comigo nesse vídeo...

quarta-feira, 3 de março de 2010

Cortinhas - Gerês


Nas franjas da Serra Amarela,
Vive um outro tipo de gente
Não mais triste ou contente
Mas apenas diferente

Vive mais perto da lua
Das estrelas e do Céu
Das nuvens e do sol
E do dia que amanheceu

E da água, tanta que nasce
Ali tão perto como cristal
Reluzindo sincera
Como um bem vital

Tanto frio e tanto calôr
Desenham rugas na alma
Tanta alegria e tanta dôr
E montes, e montes de calma.