quarta-feira, 20 de maio de 2009

sexta-feira, 15 de maio de 2009

1ª Caminhada nocturna- Quedas de Fervença




 

 
2 de Maio assinalou a 1ª caminhada nocturna do "Mundo da Alma", nas quedas de Fervença, perto da nascente do Rio Leça - Santo Tirso. A noite estava perfeita para caminhar, e todos os participantes, ansiosos pelo início e também um pouco nervosos, pois o trilho era em alguns troços um pouco assustador, revelaram uma boa disposição que tão cedo não esquecerei(cliquem na foto de grupo e ficam  aperceber). Tudo correu muito bem, e ficou a vontade de repetir a dose com mais frequência. As quedas de Fervença, são verdadeiramente espectaculares, em número grande, umas a seguir às outras, pequenas e grandes, com pequenas lagoas aqui e ali , e de noite o ambiente ficou especialmente mágico. 

Saudação especial à Soledad(1ª a contar da direita), que participou pela primeira vez.
 

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Postais da Serra- O chamamento

Abrigo na Garganta das Negras, a 1260m de altitude perto do topo da Serra. Em baixo, a recompensa final. O arco-íris indicava precisamente a direcção que eu deveria tomar para voltar ao carro.A neve caíu sempre acima dos 1000m. Sensações únicas que nos vincam a alma e nos reduzem à riqueza do essencial.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Trilho da Água-5 de Abril





Cerca de 54 caminheiros participaram neste primaveril Trilho da Água(assim o baptizei), que percorreu o vale de Moreira de Rei na região de Fafe por cerca de quase 8km. Durante todo o percurso, a água fez-nos companhia, com as levadas e regadios da Ribeira de Moreira, que se fez grande, quando no princípio era pequena. Verde, muito verde, e quase sempre no sentido descendente. Ingredientes importantes para celebrar um dia de convívio, entre-ajuda e muita amizade, entre os apaixonados como eu, pelo Mundo da Alma. Obrigado a todos pela felicidade que trouxeram.



segunda-feira, 23 de março de 2009

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Serra Amarela

O combóio do Mundo da Alma...

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Brufe-Serra Amarela

Todo o dia pela Serra Amarela, a percorrer vezeiras, a visitar fojos de lobos e a quebrar a cabeça no enigma de quinze ou vinte casarotas perdidas numa chapada, que ou são túmulos de uma necrópele celta, ou habitações pastoris de verão, ou acampamento de tropas romanas, ou armadilhas que o diabo pôs ali para tentação de almas ignorantes. Não sei se alguém de saber já por lá passou e viu aquilo. Uma inscrição em caracteres estranho vai-se apagando no granito, os pastores vão atirando ao chão as lages que cobrem os dolmens ou as construções, e daqui a algum tempo não restará de todo o mistério nenhum sinal. Mas talvez seja melhor assim. Os mistérios são o alimento natural do tempo. E quando os anos os digerem, fica tudo em paz.

Miguel Torga
A todos os participantes da actividade em Brufe-Serra Amarela, e a todos os que não puderam participar desta vez, saudações amigas.

E obviamente difíçil explicar, o que sinto perante tamanha demonstração de amizade, companheirismo, comunhão e atracção pelos caminhos, veredas, lameiros, serras e ribeiros de portugal, tal como a testemunhei ontem. Um grupo que impressionou pela quantidade(espero foto oficial do Ivo, para depois me demorar a contar as dezenas de caminheiros que lá couberam), mas principalmente pela diversidade desta família humana que pintou um quadro multicolorido, de gerações e feitios. Um grupo que confiou num guia para se embrenhar na serra por caminhos pouco ortodoxos, para quem não a conheçe, mas que nos permitem sentir o que por outros não conseguiríamos.

Um trilho curto de 6,5 km, que partindo de Brufe, contornou o Outeiro, passando por miradouros, ribeiros, fojos de lobo, silhas de ursos, veredas, campos e aldeias, paisagens rurais e serranas belíssimas, ainda polvilhadas de branco de neve nos topos das serras. Falhámos o nascimento de dois cabritos por segundos ou minutos, mesmo assim foi bom de ver. Tudo somado, foi um convívio que deixou água no bico, que cimentou amizades, aproximou corações, fortaleceu o corpo e amenizou, (espero eu), os problemas da vida.

Obrigado a todos.

"Uma vez que tenhas provado o sabor do que é voar, irás para sempre trilhar a terra, com os teus olhos voltados para a direcção do céu, pois lá estivestes, e para lá, sempre almejarás voltar".

Parabéns ao Naim(em baixo), cujo aniversário coincidiu com a actividade em Brufe.Um caminheiro muito especial, sem dúvida e um grande exemplo...parabéns.


Brufe mundo da alma


CARREGE NA FOTO PARA VER O ALBUM

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Brufe-Cortinhas 22 Fevereiro

Dia 22 vamos visitar Brufe e Cortinhas aldeias situadas no PNPG a cerca de 750m de altitude, nas franjas da Serra Amarela. Ponto de encontro é a barragem de Vilarinho das Furnas(10H30). Para chegar a Vilarinho das Furnas devem tomar a direcção de Braga-Vila Verde-Caldelas-Terras de Bouro-Covide-Campo do Gerês-Barragem de Vilarinho das Furnas.

O trilho tem cerca de 6,5km sem desníveias acentuados-FÁÇIL.Recomenda-se mesmo assim o uso de bota, pois o piso é irregular em vários pontos e com alguns afloramentos de água.Muda de t-shirt e meias também.Protecção para a cabeça, chapéu ou boné/lenço/buff.

Se sobrar tempo, podemos visitar a mata da Albergaria.

Queiram avisar da vossa vinda para termos a certeza que ninguém fica esquecido.Alexandre(932661007)(alexaaandrematos@gmail.com)

Desta vez tive um companheiro inesperado, que me ajudou e acompanhou durante todo o reconhecimento. O Bruf, pois claro.Obrigado amigo.
Um dia lindo, e paisagens plenas.Oxalá domingo se repitam.
Abraços e vão preparando as botas.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Reconhecimento em Lapela-Fafe


Perto de Várzea Cova, o Ervideiro e Lapela, oferecem paisagens deslumbrantes para as serranias vizinhas e Gerês, Cabreira, Barroso, Alvão e Marão. Abaixo deste marco geodésico(863m), avistei um par de garranos que logo que me pressentiram, fugiram. Sorrateiro, esgueirei-me por entre os penedos até perto deles onde pastava a família completa, cerca de 12. Cavalos semi-selvagens do Norte de Portugal, estes bonitos animais, oferecem uma sensação digna de apreciação pela liberdade e respeito pela natureza difíçeis de escapar, e que me fizeram mais feliz naquele dia, pude fitar este exemplar durante 15 segundos pela lente da máquina, a cerca de 5m de distãncia. Depois foi-se, e eu dei-me por satisfeito.